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Citação da Bíblia 1: S. João


Considerai qual foi o amor que nos mostrou o Pai, em querer que nós sejamos chamados filhos de Deus e, com efeito, o sejamos. Por isso, o mundo nos não conhece a nós, porque o não conhece a Ele. Caríssimos, agora somos filhos de Deus, e não apareceu ainda o que havemos de ser. Sabemos que, quando Ele aparecer, seremos semelhantes a Ele, porquanto nós outros o veremos bem como Ele é. E todo o que Nele tem esperança santifica-se a si mesmo, assim como, também, Ele é santo.

1 João 3:1-3 (versão do Pe. António de Figueiredo)

Citação 1: Kierkegaard


Before I was allowed to be young, I became old.

Søren Kierkegaard, Johannes Climacus


Colóquio Intenção, Acção e Arte


Este colóquio marca a conclusão do projecto Intenção, Acção e Arte (PTDC/FILFIL/116733/2010) que, através da Rede de Filosofia e Literatura e com o apoio da FCT, se desenrolou no Programa em Teoria da Literatura da Universidade de Lisboa a partir de 2012. 
Uma parte muito importante desse projecto foi a tradução colectiva de Intention, a obra-prima de Elizabeth Anscombe que inaugurou o campo a que hoje se chama filosofia da acção. Esta tradução está concluída, prevendo-se que seja publicada ainda em 2015 sob o título A intenção.  
O colóquio consistirá em duas mesas-redondas moderadas em que, após intervenções iniciais curtas, os participantes dialogarão entre si e com o público. 
A primeira mesa-redonda tratará da experiência e das dificuldades de tradução do livro. Nela participam vários dos tradutores. Serão discutidos os problemas que o idioma anscombiano levanta, dada a necessidade de preservar na tradução portuguesa a clareza do tópico filosófico. 
A segunda tratará da relação entre intenção, acção e arte no contexto da filosofia da acção anscombiana.  Que dificuldades uma filosofia da acção anscombiana coloca ao entendimento da arte enquanto actividade? É a teoria anscombiana da intenção e da acção solução suficiente para alguns dos problemas particulares levantados pela arte? 
Convidamos todos os interessados a participar no Colóquio.


– Humberto Brito, Investigador Responsável

Portugal em Ruínas


É […] um retrato implacável, terrível, este que aqui se sintetiza e que não pode deixar de sensibilizar e de compungir, até por ser uma realidade estendida a toda a paisagem construída do país. 
– Vítor Serrão, na Introdução ao livro de Gastão de Brito e Silva 


Imagens poderosas, que falam por si, de um património construído que cai em ruína de dia para dia pela acção dos elementos, por actos de vandalismo, por simples incúria e inércia humana ou pela degredação a que é votado pela insensibilidade da especulação imobiliária; estas são imagens-tipo, pois que o presente livro é uma antologia, não uma recolha exaustiva. O que aqui temos são belas fotografias, que resultam num belo livro. Deleitem-se e inquietem-se.

Workshop de Filosofia e Literatura 2014/2015